Cambuí, Campinas
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Pé diabético

Quando o pé perde sensibilidade, quem precisa enxergar o problema é outra pessoa.

Profissional inspecionando o pé de uma pessoa em atendimento preventivo

O diabetes pode afetar os pés por dois caminhos: reduzindo a sensibilidade e comprometendo a circulação. A combinação é delicada — uma lesão pequena pode não ser sentida e, ao mesmo tempo, cicatrizar mais devagar.

É por isso que o acompanhamento podológico para quem tem diabetes é preventivo por natureza. O objetivo não é tratar o problema instalado; é encontrar o sinal antes que ele vire ferida.

Quando procurar

Sinais que vocêpode reconhecer

  • Formigamento, dormência ou queimação nos pés
  • Perda de sensibilidade ao toque, ao calor ou à dor
  • Pele muito ressecada, com fissuras no calcanhar
  • Alteração de cor ou temperatura dos pés
  • Qualquer ferida que demore a cicatrizar
  • Calos em pontos de apoio — sinal de pressão concentrada

Por que acontece

Possíveis causas

  • Neuropatia periférica, que reduz a percepção de dor e pressão
  • Comprometimento da circulação nos membros inferiores
  • Oscilações no controle glicêmico
  • Calçado inadequado, que machuca sem que se perceba
  • Calos não tratados, que aumentam a pressão sobre o tecido abaixo

Como a Spés ajuda

O que fazemosno atendimento

O atendimento é conduzido com técnica conservadora e instrumental estéril, sempre calibrado pelo grau de risco do pé — o que é seguro num pé com sensibilidade preservada não é seguro num pé neuropático.

Parte central do trabalho é a inspeção: procurar o ponto de pressão, a fissura, a alteração de cor que ainda não virou problema. E orientar a inspeção diária que você faz em casa, entre uma consulta e outra.

Recursos utilizados

  • Avaliação de risco e inspeção detalhada
  • Procedimento conservador com instrumental estéril
  • Identificação precoce de pontos de pressão
  • Palmilha de alívio de pressão quando indicado

Como é a consulta

01

Histórico e avaliação

Tempo de diagnóstico, controle glicêmico e sintomas de perda de sensibilidade.

02

Inspeção completa

Exame da pele, das unhas e dos espaços entre os dedos, incluindo o que você não alcança enxergar.

03

Procedimento conservador

Corte e desbaste com técnica adequada ao grau de risco identificado.

04

Plano de retorno

Intervalos mais curtos que o habitual e orientação de autoexame diário.

Ferida, bolha, alteração de cor ou área quente no pé pedem avaliação sem esperar a próxima consulta. Em caso de lesão aberta, procure atendimento médico.

Dúvidas frequentes

Perguntas quea gente ouve

Com que frequência devo fazer o acompanhamento?

O intervalo é definido pelo grau de risco de cada pé — presença de neuropatia, histórico de lesão e estado da circulação. Costuma ser mais curto do que o recomendado para quem não tem diabetes.

Posso cortar minhas unhas em casa?

Depende do quanto sua sensibilidade está preservada e do seu alcance visual. Sem sentir dor, um corte que atinge a pele pode passar despercebido por dias. Essa avaliação é feita no atendimento.

Posso usar calicida ou lixa para tirar o calo?

Não. Calicida pode queimar a pele sadia ao redor, e a lesão pode não ser percebida. Remoção de calo em pé diabético é procedimento para profissional.

Apareceu uma ferida no pé. O que faço?

Não espere a próxima consulta. Ferida em pé diabético exige avaliação médica logo, porque a evolução pode ser rápida e a dor nem sempre está presente para avisar.

Vamos avaliaro seu caso.

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