Cambuí, Campinas
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Podogeriatria

O cuidado com o pé que envelheceu — e que sustenta o equilíbrio de quem anda sobre ele.

Mãos apoiando o pé de uma pessoa idosa durante cuidado podológico

O pé muda com a idade. A pele afina e resseca, o coxim de gordura que amortece a sola diminui, as unhas engrossam e o alcance para cuidar do próprio pé se reduz. Nenhuma dessas mudanças é doença — mas todas pedem outro tipo de cuidado.

Há ainda um ponto que costuma passar despercebido: o pé é a base do equilíbrio. Dor ao pisar muda o jeito de andar, e marcha alterada aumenta o risco de queda. Nessa fase, cuidar do pé também é cuidado de segurança.

Quando procurar

Sinais que vocêpode reconhecer

  • Unhas espessas, amareladas ou duras demais para cortar em casa
  • Pele muito ressecada, com fissuras no calcanhar
  • Dificuldade de alcançar ou de enxergar os próprios pés
  • Dor ao pisar que fez mudar o jeito de andar
  • Calos nos pontos de apoio, pela perda do amortecimento natural
  • Joanete ou dedos em garra que atritam dentro do calçado

Por que acontece

Possíveis causas

  • Redução do coxim de gordura que amortece a sola do pé
  • Alterações na circulação dos membros inferiores
  • Queda natural da produção de oleosidade da pele
  • Espessamento das unhas próprio do envelhecimento
  • Perda de flexibilidade e de alcance para o autocuidado
  • Medicações de uso contínuo que afetam coagulação ou cicatrização

Como a Spés ajuda

O que fazemosno atendimento

A técnica é a mesma da podologia clínica, mas calibrada: unha espessada pede desbaste antes do corte, pele fina pede instrumento com outra pressão, e pé com circulação comprometida não tolera o que um pé jovem tolera.

O atendimento acontece no ritmo da pessoa, com acompanhante presente quando isso traz segurança. E a orientação vai também para quem cuida em casa — porque a inspeção diária do pé, nessa fase, costuma depender de outra pessoa.

Recursos utilizados

  • Desbaste e corte de unhas espessadas
  • Cuidado de fissuras e hidratação da pele
  • Alívio dos pontos de pressão da sola
  • Avaliação do calçado e do risco de queda
  • Atendimento em ritmo adaptado, com acompanhante quando necessário

Como é a consulta

01

Histórico de saúde

Condições associadas, medicações em uso e histórico de quedas ou lesões.

02

Exame do pé

Pele, unhas, espaços entre os dedos e as marcas que o calçado deixou.

03

Procedimento adaptado

Corte e desbaste em ritmo confortável, com técnica ajustada ao estado do pé.

04

Orientação de quem cuida

Como fazer a inspeção em casa, o que observar e com que frequência retornar.

Ferida, rachadura profunda ou mudança de cor no pé de uma pessoa idosa pedem avaliação sem esperar a próxima consulta — a cicatrização nessa fase é mais lenta.

Dúvidas frequentes

Perguntas quea gente ouve

Minha mãe não consegue mais cortar as unhas. É caso de podologia?

Sim, e é um dos motivos mais frequentes de atendimento. Unha espessada exige desbaste antes do corte, e tentar vencê-la com alicate comum costuma terminar em lesão da pele ao redor.

O atendimento pode ser feito com acompanhante na sala?

Pode, e em muitos casos é melhor assim. O acompanhante ouve a orientação de cuidado domiciliar em primeira mão, que é justamente a parte que vai ser executada em casa.

Existe relação entre cuidar do pé e evitar queda?

Dor ao pisar faz a pessoa mudar a forma de andar, e essa mudança afeta o equilíbrio. Tratar a dor e avaliar o calçado atuam sobre um dos fatores de risco de queda — não sobre todos, mas sobre um que é tratável.

Quem tem diabetes precisa de um cuidado diferente?

Precisa, e mais rigoroso. A perda de sensibilidade faz uma lesão passar despercebida por dias. Nesse caso o acompanhamento segue o protocolo de pé diabético, com intervalos mais curtos.

Vamos avaliaro seu caso.

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